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Gestão Empresarial

Principais Ferramentas para Assinatura Digital de Contratos

Principais Ferramentas para Assinatura Digital de Contratos

Expirado
Naiara Sena
Categoria: Gestão Empresarial
21 Setembro 2021
2216

Estamos em um tempo em que tudo está mudando rapidamente e é necessário que acompanhemos tais mudanças. Adaptar-se a novos negócios, e a novas formas de trabalho é muito importante para ganharmos agilidade e eficiência em nosso dia-a-dia.

Sendo assim, uma nova forma de assinatura de contratos surgiu para nos ajudar nesta tarefa, a assinatura digital.

A Assinatura Digital equivale a uma assinatura de próprio punho, que é feita pelas partes quando há a contratação de um produto ou serviço, a fim de firmar compromisso entre ambas.

A Assinatura Digital veio para facilitar a vida das pessoas em um processo de contratação de algum produto ou serviço. Isso porque é rápida e bem fácil de ser realizada. Ela evita perca de tempo, e é realizada de maneira simples facilitando para todas as partes envolvidas, e é um processo seguro. 

O que é uma assinatura digital de contratos

A Assinatura Digital é uma assinatura realizada, online. É uma tecnologia que utiliza a criptografia e vincula o certificado digital ao documento eletrônico que está sendo assinado. Assim, dá garantias de integridade e autenticidade.

Qual a importância da assinatura digital de contratos

Além de trazer agilidade e simplificação do processo de assinatura, a assinatura digital é importante devido a sua segurança, sendo suas principais características: Autenticidade, integridade, não-repúdio, confiabilidade, impossibilidade de retroagir no tempo, minimização de fraudes e infraestrutura de tecnologia de última geração.

Trabalhando com essa forma de assinatura a empresa tem alguns outros benefícios, como:

  • Redução de custos;
  • Otimização do processo (elimina o processo manual de coleta de assinaturas (motoboy, correios entre outros);
  • Elimina a remessa física de documentos (malotes);
  • Evita a recriação de documentos perdidos (extraviados);
  • Reduz o acúmulo de documentos físicos (armários, pastas);
  • Reduz o volume de impressões (tinta, tonner, papel);
  • Elimina   o reconhecimento de firmas e a gestão de documentos físicos;
  • Simplifica os processos de contratação;
  • Agiliza a formalização dos documentos.

Como funciona uma assinatura digital de contratos

A assinatura com certificado digital é uma assinatura mais complexa. Sendo assim, equivale a contratações que se utilizam, além de assinaturas manuais, também de reconhecimento de firma em cartório.

A assinatura com certificado digital (ICP – Brasil), é possível graças à produção de um dispositivo (parecido com um cartão de crédito) regulamentado pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e produzido por qualquer certificadora autorizada. Sua produção passa por processos visuais e físicos, com a finalidade de garantir a identidade daquele que o possui.

Após ter o certificado em mãos, é possível assinar digitalmente. Basta inseri-lo em um leitor de chip e digitar sua senha. Dessa forma, seu contrato será validado.

Como a assinatura digital precisa de certificação, podemos considerar que esse tipo é o mais seguro possível. Ela é criptografada e também utiliza dois tipos de chave: a privada e a pública.

A primeira é constituída por um grande sistema de criptografia, que tem a finalidade de codificar e identificar quem assinou. Já a pública é proveniente da privada e confirma a validade.

Principais ferramentas para assinatura digital

  1. Contraktor: 

    Contraktor é uma plataforma de gestão de contratos e assinaturas digitais voltada para clientes com grandes volumes de contratos. A plataforma oferece desde a criação até a assinatura e gestão do contrato. Oferece planos a partir de 350 reais/mês.

  2. Docusign: 

    Docusign é uma plataforma que possui diversos produtos, dentre eles o certificado digital ICP Brasil. Está em conformidade com a Medida Provisória 2200/2001 e, também, com o Código Civil Brasileiro dentre outras resoluções que regulam a matéria. Além disso, está presente em 188 países, obedecendo à legislação de cada um.

    A plataforma de assinatura de documentos tem planos individuais, com valor mensal a partir de 10 dólares. Oferece 30 dias de teste gratuito.

  3. D4sign: 

    D4sign é uma plataforma especializada em assinatura eletrônica. Está em conformidade com a Medida Provisória 2200/2001. É possível assinar documentos com ou sem o Certificado Digital ICP – Brasil.

    Oferece um plano gratuito e, os demais planos são cotados em reais. Tem aplicativo de celular.Permite a geração de documentos dinâmicos e criação de templates com formulário para que o cliente possa preencher.

  4. Clicksign: 

    Clicksign é uma plataforma especializada em assinatura eletrônica. Está em conformidade com a Medida Provisória 2200/2001. Oferece um plano gratuito e, os demais planos são cotados em reais.

  5. Adobe Sign:

    O Adobe Sign é um dos produtos da Adobe. É uma plataforma especializada em gestão de assinaturas no mundo. Está em conformidade com a Medida Provisória 2200/2001. Oferece planos a partir de 60 reais mensais e tem aplicativo para dispositivos móveis.

Assinatura digital tem validade jurídica

Além de facilitar e dar agilidade ao processo de confirmação de aquisição do produto ou serviço esta nova forma de assinatura tem validade jurídica, mesmo sendo um processo 100% online , isso porque  a validade e admissibilidade legal da assinatura digital são garantidas pelo artigo 10 da MP nº 2.200-2, que instituiu a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileiras - ICP-Brasil, conferindo presunção de veracidade jurídica em relação aos signatários nas declarações constantes dos documentos em forma eletrônica.

Sendo assim, podemos concluir que a assinatura digital é um meio de grande agilidade para nosso dia-a-dia, que traz segurança e é um meio ideal para quem quer manter seu negócio seguro e sem transtornos, pois é rápido fácil. Devido ter validade jurídica, podemos ficar tranquilos no momento de concretização de novos negócios.

MEI: Saiba o que é necessário para ser um Microempreendedor Individual

MEI: Saiba o que é necessário para ser um Microempreendedor Individual

Expirado
Ariana Carla
Categoria: Gestão Empresarial
15 Setembro 2021
1422

Ao vender produtos ou prestar serviços é muito importante estar regularizado com a fiscalização em relação às atividades que você exerce. Quem presta serviço, por exemplo, já deve ter passado pela situação de não poder fechar um contrato com uma empresa e faturar alto, apenas por não emitir nota fiscal, perdendo a oportunidade, porque a empresa que pagaria pelo serviço precisava da nota fiscal para comprovar que contratou aquele determinado serviço, então veio uma outra pessoa que emite nota e fechou o contrato com a empresa. Esse é um cenário que pode ser evitado se regularizando.

Para regularizar as suas atividades não necessariamente você precisa se tornar um MEI, mas é uma das opções, e é sobre essa opção que falaremos neste artigo.

O que é MEI?

MEI significa Microempreendedor Individual, e se refere a um profissional autônomo. Ao se cadastrar como MEI, você passa a ter um registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), mais facilidades na abertura de conta bancária, no pedido de empréstimos e na emissão de notas fiscais, além de ter obrigações e direitos de uma pessoa jurídica.

As atividades permitidas ao MEI, de A a Z

Antes de se cadastrar como MEI é preciso estar ciente que não são todas as atividades econômicas que qualificam um empresário para ser MEI. Algumas profissões não podem ser enquadradas nesse tipo de empresa, e é preciso saber quais são elas antes de fazer a sua formalização como MEI.

Uma informação interessante é que você não precisa escolher apenas uma atividade. Você pode optar por escolher uma atividade principal e até 15 atividades secundárias. É preciso analisar o que faz sentido para o seu negócio.

Essas atividades podem mudar de ano em ano então confira todas as atividades permitidas no Portal do Empreendedor e verifique se você se encaixa em alguma delas.

Como abrir e formalizar um MEI?

Já sabemos que nem todas as atividades econômicas são qualificadas para se tornar um MEI, agora vamos ver quais são as condições necessárias para você se enquadrar como MEI e se formalizar.

Quais as condições para se tornar um MEI?

Se você quer começar um negócio ou já trabalha por conta própria e fatura até R$ 81 mil por ano, você pode ser um MEI. R$ 81 mil equivalem a R$ 6750 por mês. Mas isso não quer dizer que você não possa faturar mais do que R$ 6750 por mês. Vai depender dos meses trabalhados no ano.

Por exemplo, se você se formalizou como MEI em setembro (são quatro meses até dezembro), você pode faturar até 6750 x 4 meses = R$ 27000 até o final do ano. Dessa forma, você pode ter faturado R$ 10000 em agosto, R$ 1000 em setembro, R$ 5000 em outubro, R$ 5000 em novembro e R$ 6000 em dezembro.

O importante é não ultrapassar os R$ 27000 de faturamento que correspondem ao número de meses trabalhados vezes 6750.

Entendido sobre o faturamento que um MEI pode ter, existem outras condições que também precisam ser cumpridas:

  • Não participar como sócio, administrador ou titular de outra empresa;
  • Pode contratar no máximo um empregado;
  • Exercer uma das atividades econômicas previstas no Anexo XI, da Resolução CGSN nº 140, de 22 de maio de 2018, o qual relaciona todas as atividades permitidas ao MEI.

Como me cadastrar como MEI?

Para se cadastrar como MEI é bem simples. Uma vantagem é que todo o processo é realizado online, e não é necessário ir em nenhum estabelecimento físico.

Para realizar o cadastro você vai precisar:

  • Ter um cadastro no Portal de Serviços do Governo Federal - Plataforma br. Para se cadastrar acesse https://www.gov.br/pt-br
  • Dados pessoais: RG, Título de eleitor ou Declaração de Imposto de Renda, dados de contato e endereço residencial
  • Dados do seu negócio: tipo de atividade econômica realizada, forma de atuação e local onde o negócio é realizado.

Esse processo é simples, mas vale conferir o passo a passo disponibilizado pelo site gov.br

Como se formalizar um MEI?

Depois de se cadastrar como MEI, é importante que você imprima e tenha guardado os documentos abaixo, eles comprovam a sua formalização:

  • O Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI) é o documento que certifica que sua empresa está aberta. Este documento comprova a sua inscrição no CNPJ e Junta Comercial do seu Estado e vale como alvará de funcionamento do seu negócio. Veja como emitir o seu
  • Boleto de Pagamento Mensal do DAS - Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Mantenha todos guardados.
  • Relatório Mensal de Receitas brutas - um para cada mês. Ele vai te auxiliar na hora de fazer a Declaração Anual de Faturamento (DASN-SIMEI).

Obrigações do MEI

Após se cadastrar como MEI você passará a ter algumas responsabilidades a serem cumpridas, sendo elas:

Pagar a DAS em dia

Você deve pagar a DAS até o dia 20 de cada mês e o valor depende da categoria:

  • R$ 56,00 para comércio ou indústria
  • R$ 60,00 para prestação de serviços
  • R$ 61,00 para comércio e serviços

Entregar anualmente a DASN-SIMEI

Todo ano, o Microempreendedor Individual deve declarar o valor do faturamento do ano anterior por meio da Declaração Anual do Simples Nacional para o Microempreendedor Individual – DASN-SIMEI (ou Declaração Anual Simplificada). Você mesmo pode preencher essa declaração acessando o Portal do Empreendedor, você tem até o último dia de maio de cada ano para enviar a sua declaração.

Se você não realizar essa declaração no prazo, estará sujeito ao pagamento de multa, então fique atento. Saiba mais.

Manter o controle mensal do faturamento

Para manter um controle financeiro das suas atividades é recomendado que todos os meses você preencha o Relatório Mensal das Receitas que obteve no mês anterior.

Nesse relatório você deve anexar as notas fiscais de compra de produtos e de serviços do mês e também as notas fiscais que você emitiu. Além de anexar as notas a esse relatório é importante guardar essas notas para consultas futuras. Baixe um modelo deste relatório disponibilizado pelo Sebrae.

Emitir notas fiscais para pessoas jurídicas

Para as vendas em que o cliente é pessoa física, o microempreendedor não é obrigado a emitir nota fiscal – a não ser que ele peça. Já para clientes pessoa jurídica, como empresas e órgãos públicos, a emissão de nota é obrigatória – exceto quando o cliente PJ emite nota fiscal de entrada (que são empresas de comércio ou indústria).

Realizar os recolhimentos obrigatórios, se você tiver um funcionário

MEI só pode ter um empregado. Esse empregado pode ganhar até um salário mínimo ou o piso salarial da profissão, e ele possui todos os direitos trabalhistas.

O custo total do empregado para o MEI é de 11% do respectivo salário. Levando em consideração que o empregado ganha um salário mínimo de R$ 1100,00, o custo será de R$ 121,00. O cálculo será sempre feito pelo valor do salário multiplicado por 3% (parte do empregador R$ 33,00) e por 8% (parte do empregado R$ 88). O pagamento do FGTS deverá ser feito até o dia 7 do mês seguinte.

Realizar a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF)

Quando você se torna MEI você exerce dois papéis: o de empresário (Pessoa Jurídica) e o de cidadão (Pessoa Física). Por isso, dependendo do volume do seu rendimento e do lucro do seu negócio, você também terá que apresentar a sua DIRPF.

Depois de tornar MEI, você deve entregar a Declaração de Imposto de Renda, se recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 no ano anterior (cerca de R$ 2.380 por mês) ou seja, se a sua parcela tributável do lucro é maior que este valor, você é obrigado a declarar.

Se o seu rendimento foi abaixo deste valor, você não é obrigado, mas pode declarar. Saiba mais.

Como encerrar o MEI?

Você pode encerrar o seu cadastro a qualquer momento e o processo de encerramento também é muito simples. Para isso, siga os passos abaixo:

  1. Acesse o Portal do Empreendedor;
  2. Clique no card “Já sou MEI”;
  3. Clique na opção “Baixa de MEI” e siga os passos indicados.

Com isso, acontece a baixa cadastral do CNPJ e o MEI que você cadastrou deixa de existir.

Todos que realizam a baixa de MEI precisam fazer, logo em seguida, a Declaração Anual do Simples Nacional Especial de Extinção e quitar todos os DAS atrasados. Esse passo é muito importante para evitar dores de cabeça no futuro. Veja como fazer clicando aqui.

Vimos que nem todas as atividades podem ser regularizadas como MEI. Mas, se você é autônomo e preenche os requisitos, você pode começar a regularizar seus serviços como MEI, dessa forma, poderá prestar seus serviços para empresas aumentando seu público alvo, poderá emitir notas fiscais, ter mais credibilidade com os seus clientes, e até contratar uma pessoa para te ajudar. À medida que o negócio for crescendo você pode deixar de ser MEI e se enquadrar em outra categoria, como a Microempresa.

Espero que esse artigo tenha ajudado, acesse o Portal do Empreendedor para saber mais, lá tem muitas informações valiosas.

Uma recomendação que também pode te ajudar é o curso gratuito e online do Sebrae Como se tornar um microempreendedor individual.

Aproveite e que você tenha sucesso no seu empreendimento!!!

Pix para empresa: saiba o futuro desse meio de pagamento

Pix para empresa: saiba o futuro desse meio de pagamento

Expirado
Ariana Carla
Categoria: Gestão Empresarial
13 Julho 2021
1489

O PIX é o meio de pagamento instantâneo que foi desenvolvido pelo Banco Central (Bacen). Onde é possível fazer transações bancárias como transferir e pagar contas em apenas 10 segundos utilizando somente o aplicativo do banco no smartphone.

Antes de falarmos do PIX (Pagamento Instantâneo) primeiramente é necessário voltarmos ao passado. Isso mesmo, como diziam os pensadores gregos, é preciso conhecer o passado para compreender o futuro.

Então, vamos fazer uma viagem no tempo para entender como os meios de pagamentos surgiram e conhecer a evolução deles para compreendermos como chegamos até aqui.

Não tem como falar da evolução dos meios de pagamento sem falarmos de tecnologia, pois é notável que esta impulsiona tudo a sua volta. Logo, com a evolução da tecnologia também foi possível aprimorar os meios de pagamentos.

Foi ela que permitiu avanços importantíssimos nesta área ao longo dos anos, foi assim que partimos da cunhagem de moedas e chegamos aos modelos mais flexíveis de pagamento que vivemos hoje.

Em relação aos meios de pagamentos temos alguns marcos na história que é importante relembrar.

Tudo começou com o sistema de trocas onde as pessoas pagavam trocando o que tinham por coisas que não tinham. Após anos neste sistema, surgiu então a moeda de metal onde se deu início ao pagamento legal e padronizado.

Posteriormente surgiu o papel-moeda onde foram emitidas as primeiras cédulas de dinheiro. Logo em seguida surgiu o cheque que até pouco tempo atrás era um forte meio de pagamento aqui no Brasil. Seguindo tivemos o lançamento do cartão que já evoluiu muito desde seu lançamento e ainda é muito utilizado.

Caminhando mais um pouco na história chegamos às transações eletrônicas que foi um máximo e facilitou muito inúmeros pagamentos que as pessoas fazem diariamente. E então a tecnologia avançou novamente e chegamos aos pagamentos instantâneos (PIX) um dos maiores avanços dos últimos anos. Por isso, resolvemos falar dele, pois ele traz um mundo de possibilidades para as empresas e seus clientes.

 O que é PIX?

Mas afinal, o que é este tal de PIX?  

PIX (Pagamento Instatâneo) é o mais novo meio de pagamentos que foi anunciado pelo Banco Central (Bacen) em fevereiro de 2020 que permite transferências e pagamentos em tempo real independentemente do dia ou horário e para qualquer instituição financeira. 

Traduzindo, tanto pessoas físicas quanto jurídicas podem enviar e receber dinheiro por meio do PIX, tendo assim mais uma opção além de TED, DOC, boleto e cartão.

Como o PIX funciona?

O PIX é não é um aplicativo (app) nem exclusividade de nenhuma instituição financeira e já é oferecido pela maioria dos bancos. Ele está disponível no aplicativo da instituição, internet banking, caixa eletrônico. 

O PIX funciona por meio do Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI). Todo o gerenciamento dele é feito pelo Banco Central. Ou seja, o PIX não é uma conta que precisa ser aberta em determinada instituição, mas sim um meio de pagamento que é conectado a uma conta já existente.

E para ter mais segurança é fundamental registrar chaves PIX em alguma instituição financeira participante do PIX que sua empresa possua conta.

Quais são as vantagens do PIX para empresa?

Mas e aí? O que as empresas ganham com este novo meio de pagamento? 

Primeiramente vamos conhecer as vantagens em receber pagamentos através do PIX. E a primeira delas que é o fato das transações PIX poderem ser feitas em qualquer horário e dia da semana, ou seja, podem ser feitas de manhã, à tarde ou à noite em feriado, sábado, domingo, fica a critério do pagador. 

Outro grande benefício é que o PIX dispensa intermediadores nos recebimentos, ou seja, as transações acontecem diretamente da conta do pagador para a conta do recebedor, eliminando assim o uso de intermediadores como existe quando se utiliza o meio de pagamento cartão. 

Podemos citar também o baixo valor das tarifas do PIX para recebimentos se comparadas com outros meios de pagamento como boleto ou cartão, trazendo um excelente custo-benefício. 

O PIX também traz mais flexibilidade no recebimento das contas, uma vez que, através dele é possível receber diretamente de um QR Code, ao invés vez de utilizar um boleto assim os recebimentos são efetivados em tempo real. Além do QR Code pode-se receber através da chave PIX como e-mail, número de telefone e CNPJ. 

E por fim, mas também fundamental, como os recebimentos PIX são efetuados em tempo real consegue-se facilidade no planejamento do fluxo de caixa que é feito pelo departamento financeiro. 

Contudo, o PIX não traz vantagens apenas no momento de receber as contas, sua empresa também usufrui dos benefícios ao utilizá-lo para realizar pagamentos. Com o PIX a empresa pode: 

  • Realizar pagamentos dos seus funcionários, fornecedores e também dos seus tributos em tempo real.
  • Fazer pagamentos utilizando apenas uma chave PIX, substituindo assim as informações como CNPJ, banco, agência e outros, trazendo mais agilidade no processo. 
  • Ter agilidade no pagamento, esta é sem dúvida uma das principais vantagens do PIX, que reduz inclusive a burocracia e faz com que a empresa ganhe tempo ao fazer um pagamento. Você consegue resolver tudo tendo apenas um celular na mão.

Quanto vai custar um PIX para as empresas?

É fato que o PIX será gratuito para pessoas físicas. Porém, para pessoas jurídicas podem existir cobranças, mesmo com taxa menores. Atualmente, os valores ainda não estão definidos.  

Então é importante que você converse com o banco onde sua empresa possui conta para ficar por dentro das taxas que este meio de pagamento pode gerar.

O que o Banco Central tem planejado para o PIX?

Ativar o PIX em grande escala foi apenas o primeiro passo que o Banco Central deu em relação a este meio de pagamento.

Veja a seguir a lista de funcionalidades que o Bacen tem planejado para o pagamento instantâneo.

  • Integração com agenda de contatos: Integração dos aplicativos das instituições financeiras com a lista de contatos nos smartphones, facilitando a identificação dos contatos que possuem o celular ou o e-mail como chave PIX. 
  • Limite do PIX:  possibilitará que as instituições estabeleçam um valor máximo para os usuários pagarem ou transferirem utilizando o PIX.
  • Canal de reclamações: Atalho para o canal de atendimento da instituição para tratar reclamação e atalho para reclamação junto ao Bacen.
  • Conta salário no PIX: inclusão da conta salário na lista de contas movimentáveis por PIX, ou seja, poderá ser utilizado transações PIX em conta salário.
  • PIX Cobrança: recurso que possibilitará pagamentos com vencimentos para pagamento em data futura, podendo incluir juros, multas, acréscimos, descontos e outros abatimentos. E também possibilitará duplicata no PIX que permitirá a antecipação das cobranças PIX.
  • Mecanismo especial de devolução: Possibilidade de devolução ágil de recursos pela instituição recebedora, em casos de suspeita de fraude ou falha operacional nos sistemas das instituições.
  • PIX Saque e PIX Troco: Dará ao consumidor a opção de obtenção de dinheiro em espécie diretamente do lojista e facilitará a gestão de numerário dos estabelecimentos.
  • PIX por aproximação: Com foco na agilidade e também visando trazer mais opções de uso do PIX, será possível realizar transferências por aproximação.
  • PIX Offline: possibilitará a realização de transações pelo PIX via QR Code mesmo sem acesso à internet,
  • PIX Garantido: Trará a possibilidade de ter parcelamento de compras no PIX.
  • Debito Automático no PIX: será possível programar pagamentos para serem feitos automaticamente através do PIX.

As novidades existentes e as que estão por vir para o PIX são muitas e bem relevantes para as empresas, com certeza trarão inúmeros benefícios.

É muito importante que sua empresa esteja por entro de tudo que está acontecendo com o PIX para não ficar para trás.

Se você ainda não utiliza o PIX na sua empresa é aconselhável que você procure a instituição bancária e comece a utilizar hoje mesmo.

O que é a LGDP e como funciona a nova Lei Geral de Proteção de Dados?

O que é a LGPD e como funciona a nova Lei Geral de Proteção de Dados?

Expirado
Daniela Lima
Categoria: Gestão Empresarial
08 Junho 2021
2558

A nova lei brasileira de proteção de dados pessoais irá impactar a forma como as empresas captam, armazenam e utilizam dados de seus clientes, tanto no meio online quanto oflline.

Com a LGPD, o Brasil entra para o rol de 120 países que possuem leis específicas para proteção de dados pessoais.

Na prática, isso significa que o governo e as empresas terão que garantir mais segurança aos dados pessoais (informações relacionadas à pessoa natural identificada ou identificável).

O que é a LGPD

LGPD é a sigla para Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, sancionada em agosto de 2018. A LGPD estabelece regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo mais proteção e penalidades para o não cumprimento.

A LGPD foi inspirada na GDPR (General Data Protection Regulation), que entrou em vigência em 2018 na União Europeia, trazendo grandes impactos para empresas e consumidores.

No Brasil, a LGPD (Lei nº 13.709, de 14/8/2018) entrou em vigor em 18 de setembro de 2020. Diante dos casos de uso indevido, comercialização e vazamento de dados, as novas regras garantem a privacidade dos dados dos brasileiros. Lembrando que as sanções da LGPD estarão em vigor a partir de 1º de agosto de 2021.

O que são dados pessoais?

Por dados pessoais a LGPD define como toda e qualquer informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável, ou seja, qualquer dado que identifique uma pessoa, como por exemplo, nome, telefone, apelido, endereço físico ou eletrônico, cargo, dados de localização, etc.

Não estamos falando, portanto, de dados públicos como informações do cartão CNPJ das empresas mas, sim, de dados que identifiquem um indivíduo.

Você sabe como e em quais casos a LGPD autoriza a sua empresa a utilizar os dados pessoais de um contato?

As bases legais são hipóteses da LGPD que autorizam o tratamento de dados pessoais. A lei prevê que para uma pessoa (física ou jurídica) realizar qualquer operação com um dado pessoal – seja coletar, transmitir ou processar — é necessário ter uma base legal que justifique o tratamento desses dados.

As bases legais:

  • Consentimento
  • Legítimo Interesse
  • Obrigação legal ou regulatória
  • Execução de políticas públicas
  • Execução de contrato
  • Processo judicial, administrativo ou arbitral
  • Proteção da vida ou incolumidade física
  • Tutela da saúde
  • Proteção do crédito

Quais são os atores da Lei Geral de Proteção de Dados?

A lei detalha os papéis de quatro diferentes agentes: o titular, o controlador, o operador e o encarregado.

  • O titular: é a pessoa física a quem se referem os dados pessoais.
  • O controlador:  é a empresa ou pessoa física que coleta dados pessoais e toma todas as decisões em relação a forma e finalidade do tratamento dos dados. O controlador é responsável por como os dados são coletados, para que estão sendo utilizados e por quanto tempo serão armazenados.
  • O operador: é a empresa ou pessoa física que realiza o tratamento e processamento de dados pessoais sob as ordens do controlador.
  • O encarregado: é a pessoa física indicada pelo controlador e que atua como canal de comunicação entre as partes (controlador, os titulares e a autoridade nacional), além de orientar os funcionários do controlador sobre práticas de tratamento de dados.

Como adequar sua empresa a LGPD?    

Cada empresa é diferente, com necessidades distintas de dados e que ocasionam uma gama de situações. Assim, pode não haver um caminho único para todas.

É importante você parar e analisar quais dados sua empresa coleta, em quais plataformas são armazenadas, quais pessoas tem acesso e como esse dado é utilizado. A partir dessa analise revisar a lei e adequar os pontos necessários. Talvez faça sentido uma ajuda especializada para essa adequação.

A LGPD já é uma realidade. A adequação à legislação aumenta a confiabilidade da sua marca e protege os dados de seus clientes, vale a pena dedicar tempo a esta questão.

Este artigo é simplesmente informativo e não ser considerado como instrutivo, pois não somos especialistas nesse assunto.

Como a Eagle conseguiu centralizar e disponibilizar a geração de conhecimento

Como a Eagle conseguiu centralizar e disponibilizar a geração de conhecimento

Expirado
Lauro Guedes
Categoria: Gestão Empresarial
26 Maio 2021
1469

Gerar conhecimento e disponibilizá-los de uma forma organizada e de fácil acesso pode ser um desafio para empresas de pequeno e grande porte. Ter um lugar central onde ficam processos, regras e políticas é sem dúvidas uma “mão na roda” para acesso rápido e seguro para as organizações.

Alguns anos atrás a Eagle Tecnologia se deparou com esse problema de centralizar o conhecimento gerado na empresa. Todos os processos, regras e políticas eram decentralizadas e guardados em pastas e arquivos, o que gerava uma dificuldade de acesso e disponibilidade.

Resolvemos então utilizar uma ferramenta que nos ajudasse a resolver esse problema e deixar esse conhecimento mais acessível. Foi então que criamos o AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) no qual foi desenvolvido em cima do LMS Moodle.

Por algum tempo funcionou muito bem, mas começamos a ter dificuldades de manutenção no código da aplicação e muitos problemas de lentidão sem dizer que era complicado para realizar pesquisas de algum conteúdo, quase sempre não se achava o que queria de imediato, o que causava uma enorme frustração por parte dos usuários.

Com tantos problemas decidimos que iríamos usar uma outra solução que fosse mais fácil dar manutenção e que não tivesse tantos problemas de lentidão e pesquisa. Depois de algumas buscas pela nossa equipe de desenvolvimento, chegamos em uma solução que resolveu todos esses nossos problemas e ainda nos possibilitou configurá-la para disponibilizar para outras empresas usarem e também para outros desenvolvedores contribuírem.

O projeto Base de Conhecimento

No meio dessas buscas, deparamos com algumas plataformas que não usava banco de dados e eram baseadas em arquivos o que nos chamou muita atenção porque sem uso do banco de dados teríamos um recurso a menos para se preocupar e ainda prometia ganho de performace.

Dentre essas plataformas chegamos a estudar o Middleman, Jekyll, Hugo e Grav. Todas excelentes ferramentas para se trabalhar com projetos estáticos sem uso de banco de dados e detalhe open source :), mas no final acabamos escolhendo o Grav.

O que pesou na escolha foi o fato de o Grav oferecer uma interface de administração, o que facilitaria o uso da ferramenta por colaboradores que não eram necessariamente da área técnica, assim, tanto o setor de suporte como o comercial conseguiriam usá-la sem ter que por a mão em código usando simplesmente uma interface para gerar conhecimento.

Outro fator que pesou para a escolha foi a integração com o Gantry 5 (Saiba mais sobre esse framework de template), pois já era um framework que usávamos para construir interfaces para websites. Isso nos ajudou a colocar o projeto em produção mais rapidamente.

E por fim, a “cartada final” para que escolhêssemos o Grav, foi a possibilidade de integrar um sistema de autenticação e bloqueio de páginas, pois tínhamos conteúdos que somente a equipe poderia ter acesso.

Desde então os problemas que tínhamos com geração, disponibilização e pesquisa de conhecimento da Eagle Tecnologia foram resolvidos.

Foi necessário criar uma documentação de uso para a plataforma, pois a forma de escrever conteúdo é em markdown, o que poderia causar estranheza entre os colaboradores que nunca tinham tido experiência com esse tipo de formato.

Por incrível que pareça a adaptação com o markdown foi rápida e de grande aceitação, o que fez com que o número de documentos gerados crescessem muito em relação a antiga ferramenta AVA.

Conheça nossa base de conhecimento.

A Contribuição

O projeto deu tão certo que a equipe de desenvolvimento da Eagle resolveu disponibilizar gratuitamente e open source o esqueleto da plataforma para que outras empresas consigam também montar a sua própria base de conhecimento.

Além disso outros desenvolvedores que queiram contribuir com o projeto, basta fazer um fork no github, realizar as alterações e solicitar a integração através de um pull request.

Acesse o repositório do projeto e veja as instruções para já sair utilizando a plataforma ou para contribuir. Veja também na página do repositório os requisitos para instalação e funcionalidades.

O que todo empresário deveria saber para preparar sua empresa para o ano de 2020?

O que todo empresário deveria saber para preparar sua empresa para o ano de 2020?

Expirado
Lauro Guedes
Categoria: Gestão Empresarial
18 Dezembro 2019
2532

O ano de 2019 está acabando e te faço uma pergunta: Você conseguiu colocar todo o planejamento que fez para sua empresa no final de 2018 em prática? Se sim, parabéns sua empresa está entre as poucas que conseguem fechar o ano com 100% de aproveitamento.

Agora se sua empresa está entre a maioria que não conseguem ter tal aproveitamento não se preocupe, venha comigo que irei apontar as melhores práticas para planejar, deixar sua empresa preparada para 2020 e ficar entre as empresas que conseguem executar com efetividade seu planejamento.

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Indicadores de resultados: 5 razões pelas quais você deveria medir os resultados da sua empresa

Indicadores de resultados: 5 razões pelas quais você deveria medir os resultados da sua empresa

Expirado
Lauro Guedes
Categoria: Gestão Empresarial
30 Maio 2019
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Você já teve aquela sensação de estar fazendo as coisas certas, porém tudo em volta não te dá o resultado esperado? Aquela dificuldade em medir o quanto a empresa evolui, entender porque está tendo tantas demissões e por ai vai?

Todos esses questionamentos tem haver com o assunto que iremos abordar nesse artigo, os poderosos indicadores. Leia até o final e encontre as respostas para fazer sua empresa prosperar de uma vez por todas.

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Gestão empresarial: entenda como um sistema de gestão pode impulsionar o crescimento da sua empresa

Gestão Empresarial: entenda como um sistema de gestão pode impulsionar o crescimento da sua empresa

Expirado
Clarice Rodrigues
Categoria: Gestão Empresarial
16 Abril 2019
3423

No corre-corre do dia a dia o que mais se preza é pelo tempo. E trazendo isso para a realidade empresarial fica ainda mais clara a importância das tarefas serem executadas de forma rápida e corretamente, afinal tempo é dinheiro.

Pensando nisso, vou apresentar a você a mais poderosa ferramenta de apoio empresarial, o Sistema de Gestão Empresarial. Através dele você terá total controle sobre os processos e conseguirá pensar em estratégias para ampliar a receita da sua empresa. Se ligue no artigo e não perca mais nenhum centavo!!!

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SAIBA COMO A GESTÃO EMPRESARIAL VAI MELHORAR OS RESULTADOS DA SUA EMPRESA

Saiba como a Gestão Empresarial vai melhorar os resultados da sua empresa

Expirado
Ideal Marketing
Categoria: Gestão Empresarial
27 Fevereiro 2019
2725

A gestão empresarial é um conjunto de estratégias que leva empresas a atingirem seus objetivos, medindo resultados e verificando os problemas, com o intuito de gerar melhores soluções para o negócio.

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Revenda de Software: Segredos para melhorar a qualidade no atendimento ao cliente

Revenda de Software: Segredos para melhorar a qualidade no atendimento ao cliente

Expirado
Naiara Sena
Categoria: Gestão Empresarial
14 Fevereiro 2019
2694

O atendimento ao cliente deveria ser o item básico no relacionamento empresa-cliente/revenda-cliente, mas é hoje um diferencial para a aquisição e manutenção dos clientes em muitas empresas. Desta forma, a qualidade no atendimento torna-se um importante aliada para contrair e fidelizar um grande número de clientes.

Neste artigo, vamos conhecer os segredos para Revenda de software melhorar a qualidade do atendimento ao cliente, venha comigo!

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  1. Revenda de Software: O que toda revenda gostaria de saber antes de fechar uma parceria
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