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Você gostou do último encontro com os seus amigos? Conversaram? Ou o único que fizeram foi postar fotos da comida no Facebook ou Instagram?

Você tem que admitir: isto é algo que acontece e não é tão infrequente. Tanto é que está na moda falar sobre o vício do smartphone – tem outros nomes de hoje, como nomofobia ou síndrome de vibração do celular.

É ótimo que tais sintomas não sejam constrangedores, muito menos quando se trata de se exibir ao público.

Mas se olharmos o assunto mais profundamente estamos realmente falando de uma doença? Ou será que os médicos da velha escola nos assustam como fizeram com o “vício” aos jogos ou à Internet?

Afinal, o que é tão terrível no fato de que a cada meia hora eu verifique meu e-mail, Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn, Pinterest, Vine, Tumblr, Google+ e cerca de 20 mais aplicativos?

outora

Os critérios do vício são destrutivos desde outrora. Em geral, supomos um aumento da dose do aditivo que se consome (devido à tolerância gerada) o que, consequentemente, produz o que chamam de “Efeito rebote” no caso do viciado não a consuma.

Se você, por exemplo, preferem navegar por horas na Internet ao invés de estar e falar pessoalmente com os seus amigos, então não seria absurdo esperar que o número de amigos vá diminuindo pouco a pouco. O mesmo ocorre se você tecla enquanto está dirigindo um carro: é um ato totalmente incompatível com a vida em geral. As pessoas que sofrem de nomofobia deveriam tirar um tempo para ver o quanto são viciadas ou não aos seus dispositivos. E para aqueles que sentem que a autoanálise não é seu forte pode encontrar vários questionários e testes dedicados ao tema na web.

velho

Ok, suponhamos que o vício é evidente. Você acha que é ridículo ir a um hospital e lidar com o problema por si mesmo? Não necessariamente, simplesmente se recomponha e siga um conselho simples dado por psicólogos especializados no tema: não fique colado ao seu telefone cada vez que ele toque ou revise seu e-mail a cada minuto e assim por diante.

No entanto, temos que confessar: É muito mais interessante combater o fogo com fogo, como diziam os antigos. O que pode ser mais lógico e consistente que lutar contra o vício do smartphone com a ajuda de um aplicativo especial?

Aparentemente, ideias semelhantes já estão chegando nos escritórios de desenvolvedores móveis. Caso contrário seria muito difícil explicar por que Play Market e a App Store têm tantos aplicativos – idênticos – para “desintoxicar”dos smartphones.

Especialmente se levarmos em conta que qualquer smartphone conta com todos os meios possíveis para estar offline. Começando com a simples opção de desativar o som, tais como o modo avião e economizar bateria.

Na verdade, as versões modernas dos principais sistemas operacionais móveis podem fazer muito mais que isso. Como por exemplo ativar a funçao de Prioridade em Android 5X ou a de Não Perturbar no iOS, com elas você pode ficar tranquilo de que o telefone nunca perderá uma ligação importante, sem incomodá-lo com o ruído digital. De fato, a maioria dos aplicativos de desintoxicação digital especializados fazem aproximadamente o mesmo, com certas variações.

Tenha uma desintoxicação feliz!

Você gostou do último encontro com os seus amigos? Conversaram? Ou o único que fizeram foi postar fotos da comida no Facebook ou Instagram?

Você tem que admitir: isto é algo que acontece e não é tão infrequente. Tanto é que está na moda falar sobre o vício do smartphone – tem outros nomes de hoje, como nomofobia ou síndrome de vibração do celular.

É ótimo que tais sintomas não sejam constrangedores, muito menos quando se trata de se exibir ao público.

Mas se olharmos o assunto mais profundamente estamos realmente falando de uma doença? Ou será que os médicos da velha escola nos assustam como fizeram com o “vício” aos jogos ou à Internet?

Afinal, o que é tão terrível no fato de que a cada meia hora eu verifique meu e-mail, Facebook, Twitter, Instagram, LinkedIn, Pinterest, Vine, Tumblr, Google+ e cerca de 20 mais aplicativos?

outora

Os critérios do vício são destrutivos desde outrora. Em geral, supomos um aumento da dose do aditivo que se consome (devido à tolerância gerada) o que, consequentemente, produz o que chamam de “Efeito rebote” no caso do viciado não a consuma.

Se você, por exemplo, preferem navegar por horas na Internet ao invés de estar e falar pessoalmente com os seus amigos, então não seria absurdo esperar que o número de amigos vá diminuindo pouco a pouco. O mesmo ocorre se você tecla enquanto está dirigindo um carro: é um ato totalmente incompatível com a vida em geral. As pessoas que sofrem de nomofobia deveriam tirar um tempo para ver o quanto são viciadas ou não aos seus dispositivos. E para aqueles que sentem que a autoanálise não é seu forte pode encontrar vários questionários e testes dedicados ao tema na web.

velho

Ok, suponhamos que o vício é evidente. Você acha que é ridículo ir a um hospital e lidar com o problema por si mesmo? Não necessariamente, simplesmente se recomponha e siga um conselho simples dado por psicólogos especializados no tema: não fique colado ao seu telefone cada vez que ele toque ou revise seu e-mail a cada minuto e assim por diante.

No entanto, temos que confessar: É muito mais interessante combater o fogo com fogo, como diziam os antigos. O que pode ser mais lógico e consistente que lutar contra o vício do smartphone com a ajuda de um aplicativo especial?

Aparentemente, ideias semelhantes já estão chegando nos escritórios de desenvolvedores móveis. Caso contrário seria muito difícil explicar por que Play Market e a App Store têm tantos aplicativos – idênticos – para “desintoxicar”dos smartphones.

Especialmente se levarmos em conta que qualquer smartphone conta com todos os meios possíveis para estar offline. Começando com a simples opção de desativar o som, tais como o modo avião e economizar bateria.

Na verdade, as versões modernas dos principais sistemas operacionais móveis podem fazer muito mais que isso. Como por exemplo ativar a funçao de Prioridade em Android 5X ou a de Não Perturbar no iOS, com elas você pode ficar tranquilo de que o telefone nunca perderá uma ligação importante, sem incomodá-lo com o ruído digital. De fato, a maioria dos aplicativos de desintoxicação digital especializados fazem aproximadamente o mesmo, com certas variações.

Tenha uma desintoxicação feliz!